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Banco dos Brics empresta R$ 722 milhões para complexo eólico no Seridó da PB

A CTG Brasil, uma das líderes em geração de energia limpa no País, concluiu uma operação de financiamento de RMB 950 milhões com o New Development Bank – NDB. Os recursos são destinados ao Complexo Eólico Serra da Palmeira, empreendimento da companhia localizado no Seridó paraibano.

“Esse financiamento do NDB reforça a confiança do mercado na solidez da CTG Brasil e em nossa capacidade de desenvolver projetos de energia renovável de grande escala. A operação também reflete nossa estratégia de diversificação das fontes de financiamento, com acesso a recursos nacionais e internacionais em condições competitivas. A parceria com o banco, que compartilha nosso compromisso com a transição energética e o desenvolvimento sustentável, demonstra como a cooperação entre China e Brasil pode contribuir concretamente para a expansão da geração de energia limpa no País, por meio de projetos como o Complexo Eólico Serra da Palmeira”, afirma Rodrigo Egreja, diretor financeiro da CTG Brasil.

A operação prevê a destinação da maior parte dos recursos ao reembolso de investimentos já realizados no Complexo Eólico Serra da Palmeira, além da cobertura de despesas remanescentes do projeto. O Complexo Eólico Serra da Palmeira conta com 108 aerogeradores distribuídos por 23 parques nos municípios de Baraúna, Nova Palmeira, Pedra Lavrada, Picuí e São Vicente do Seridó, no Seridó paraibano.

Com capacidade instalada total de 648 MW, o complexo será capaz de atender um consumo equivalente a 40% do estado da Paraíba, com a energia integrada ao Sistema Interligado Nacional para beneficiar consumidores em todo o Brasil. A construção do empreendimento foi concluída em 2025, e o Complexo encontra-se atualmente em fase de operação em testes.

O Novo Banco de Desenvolvimento foi estabelecido por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul para mobilizar recursos destinados a projetos de infraestrutura e desenvolvimento sustentável nos países do BRICS e em outras economias emergentes e países em desenvolvimento, complementando os esforços existentes de instituições financeiras multilaterais e regionais para o crescimento e desenvolvimento global.